Saiba o que é permitido e o que é vedado na divulgação do médico e dos procedimentos

A difusão do chamado ‘doutor Google’ e o crescimento das redes sociais levou a uma mudança da forma de escolher o médico pelo paciente, principalmente o paciente jovem. Para tornar mais fácil a escolha de um especialista em quadril que seja associado, a SBQ disponibiliza no seu site a lista de profissionais que o paciente pode encontrar em cada cidade. 

Como vários profissionais tem procurado a SBQ para saber o que é lícito e ético e o que é vetado em relação à divulgação do especialista, veja a relação abaixo que lista o que é o que não é permitido. Maiores informações, entretanto, estão disponíveis no site do CODAME – Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos ou do CFM, que vedam o sensacionalismo, a autopromoção, quebra de sigilo e a concorrência desleal.

O que é permitido

  1. Publicar foto com seus grupos de trabalho/equipe médica
  2. Divulgar de forma comedida que participou de cursos/congressos
  3. Publicar que é médico, CRM, especialidade e RQE – Registro de Qualificação de Especialista, desde que registrado no CRM
  4. Publicar endereço de consultório/clínica, desde que não em matéria científica e de esclarecimento da coletividade
  5. Divulgar que realiza determinado procedimento, desde que reconhecido cientificamente e ligado à sua especialidade
  6. Orientar o paciente, desde que tenha conhecimento de causa, preservando o sigilo e, se necessário, fazer exame presencial assim que possível ou encaminhar para um serviço médico
  7. Participar de discussão de casos clínicos em grupos exclusivos de médicos
  8. Fazer orientações gerais sobre doenças, desde que não prescreva ou direcione as informações a casos detectáveis.

 

O que não pode ser feito

  1. Publicar foto do paciente ou do paciente com o médico, fazendo referência ao vínculo, pois configura quebra de sigilo
  2. Publicar foto de ‘antes e depois’ por ser promessa de resultado
  3. Divulgar foto de paciente na sala cirúrgica, com relato do procedimento feito ou por fazer, por ser quebra de sigilo/autopromoção/concorrência desleal
  4. Garantir que o procedimento não tem risco de complicação e que todos os pacientes estão satisfeitos ou que faz procedimento exclusivo, por ser promessa de resultado/autopromoção
  5. Publicar figuras de modelos ou artistas, vinculando-os ao nome do médico que os tratou, por ser autopromoção/quebra de sigilo
  6. Publicar ou insinuar vínculos com empresas, equipamentos e medicamentos, por representar comércio/interação
  7. Divulgar elogios e agradecimentos reiterados recebidos de terceiros
  8. Divulgar preços de procedimentos e formas de pagamento, bem como oferecer prêmios, consultas ou avaliação gratuita
  9. Publicar prêmio sem valor científico, tipo ‘o médico em destaque’, ‘o melhor médico’

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