Presidente da SBQ leva SBOT a oferecer ajuda dos ortopedistas aos sobreviventes da Chapecoense

O presidente da SBQ propôs que a SBOT se manifestasse oferecendo a ajuda dos ortopedistas e traumatologistas brasileiros para o tratamento dos sobreviventes do desastre da Chapecoense, que padecem de fraturas variadas.
A lembrança de Carlos Roberto Galia foi abraçada de imediato pelo presidente da SBOT, Luiz Antonio Munhoz da Cunha que, juntamente com Galia, preparou uma nota de solidariedade e disponibilidade de qualquer ajuda necessária, fosse no retorno ao Brasil, ou mesmo enquanto os sobreviventes estivessem hospitalizados na Colômbia.
A manifestação acabou sendo endossada também pela Associação Médica Brasileira, que a assinou na pessoa do seu secretário-geral, Jorge dos Santos Silva.
O documento afirma, em um de seus parágrafos, que “a Sociedade Brasileira de Ortopedia e de Traumatologia (SBOT), que congrega 13 mil ortopedistas brasileiros, se solidariza com a dor dos familiares das vítimas e também, por congregar os maiores especialistas do Brasil para tratamento, recuperação e reabilitação de traumas complexos do aparelho locomotor, não medirá esforços para solicitar a qualquer um dos seus membros o atendimento solidário e prioritário aos sobreviventes desta tragédia”.

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